Astrologia

MANTRAS ASTROLÓGICOS - ASTROLOGICAL MANTRAS

22:54




OM SAN SANIAIÊ NAMAH OM (Mantra de saturno para responsabilidade, prudência e modéstia - Saturn Mantra for  responsibility, prudence and modesty)

OM BRAM BRIM BRAUM SAH BUDHAIA NAMAH (Mantra de Mercúrio para poder e agilidade mental, capacidade de expressão falada e escrita - Mercury Mantra for power, mental agility and ability to communicate by spoken and written word)

OM DRAM DRIM DRAUM SAH SUKRAIA NAMAH (Mantra de Vênus para estabilizar a vida, altruísmo, harmonia, senso estético e serenidade - Venus Mantra to stabilize life, for altruism, harmony, serenity and aesthetic sense)

OM KUJAIE NAMAHÁ OM (Mantra de Marte para luta, coragem, senso de justiça, espirito pioneiro e poder de liderança - Mars Mantra for fight, courage, sense of justice, pioneering spirit and power of leadership)

OM GRAM GRIM GRAUM SAH GURVE NAMAHÁ (Mantra de Júpiter para simpatia, jovialidade, esperança, desprendimento e senso de justiça - Jupiter Mantra for sympathy, cheerfulness, hope, selflessness and sense of justice)

OM HRAM HRIM HRAUM SAH SURIAIA NAMAHÁ (Mantra do Sol para autoconfiança, autoconhecimento, entusiasmo, criatividade, liderança e brilho pessoal - Sun Mantra for self-reliance, self-knowledge, enthusiasm, creativity, leadership and personal brilliance)

OM SOM SOMAIA NAMAHÁ OM (Mantra da Lua para superar medo, raiva, mágoa e tristeza - Moon Mantra  to overcome fear, anger, hurt and sadness)


In' Lakesh

Exercicios

Encontrando Sua Própria Voz

11:59


“Se você escolher de acordo com sua própria inclinação, de acordo com sua própria intuição... (a voz interior) é muito forte nas crianças, mas aos poucos, lentamente enfraquece. As vozes dos pais e dos professores, da sociedade e dos padres, vão se fortalecendo. Agora se você quiser descobrir qual é sua voz, você terá que passar através da multidão de ruídos.
Basta olhar dentro: de quem é essa voz? Às vezes é o seu pai, às vezes é sua mãe, às vezes é seu avô, às vezes é o seu professor; e essas vozes são todas diferentes. Apenas uma coisa você não será capaz de encontrar facilmente – sua própria voz. Ela tem sido sempre reprimida. Foi dito a você para escutar os mais velhos, para escutar os padres, para escutar os professores. Nunca lhe foi dito para escutar seu próprio coração.
Você está carregando sua própria pequena voz, suave, não ouvida, e no meio da multidão de vozes que foram impostas sobre você, é quase impossível encontrá-la. Primeiro você terá que se livrar de todos esses ruídos, alcançar uma certa qualidade de silêncio, paz, serenidade. Só então isso virá, como uma surpresa, que você também possui sua própria voz. Ela sempre esteve aí como uma corrente subterrânea.
A menos que você tenha encontrado sua própria tendência, sua vida vai ser uma longa, longa tragédia, do berço ao túmulo. As únicas pessoas que foram felizes no mundo são aquelas que viveram de acordo com sua própria intuição e se rebelaram contra qualquer esforço feito pelos outros para impor as ideias deles. Quão valiosas essas ideias possam ser, elas são inúteis porque não são suas. A única ideia significante é aquela que surge de você, cresce em você, floresce em você.
Primeiro Passo: Quem está falando, por favor?
O que quer que você esteja fazendo, pensando, decidindo, pergunte a si mesmo: isso está vindo de mim ou é outra pessoa falando?
Você ficará surpreso quando você encontrar a verdadeira voz. Talvez seja sua mãe; você irá ouvi-la falar novamente. Talvez seja seu pai; não é absolutamente difícil de detectar. Isso permanece lá gravado em você exactamente como lhe foi dado pela primeira vez – o conselho, a ordem, a disciplina, ou o mandamento. Você pode encontrar muitas pessoas: os sacerdotes, os professores, os vizinhos e os parentes.
Não há nenhuma necessidade de lutar. Basta saber que essa não é sua voz, mas a de outra pessoa – quem quer que esse outro alguém seja – você sabe que você não irá segui-lo. Sejam quais forem as consequências – boas ou ruins – agora você está decidindo mover-se por si mesmo, você está decidindo ser maduro. Você tem permanecido por demais uma criança. Você permaneceu por demais dependente. Você deu ouvidos a todas essas vozes e as seguiu bastante. E para onde elas lhe trouxeram? Para uma confusão.
Segundo Passo: Obrigado... e Adeus!
Uma vez que você identifica de quem é essa voz, agradeça a pessoa, peça para ser deixado só e diga adeus a ela.
A pessoa que lhe deu a voz não era seu inimigo. A intenção dela não era ruim, mas isso não é uma questão de intenção. A questão é que ela impôs algo sobre você que não está vindo de sua fonte interior; e qualquer coisa que proceda do exterior lhe torna um escravo psicológico.
Uma vez que você disse claramente a uma certa voz, ‘Deixe-me em paz’. Sua conexão com ela, sua identidade com ela, é quebrada. Isso foi capaz de lhe controlar porque você estava pensando que era sua voz. Toda a estratégia era a identidade. Agora você sabe que isso não é seus pensamentos, nem sua voz; isso é algo estranho a sua natureza. Reconhecer isso é suficiente. Livre-se das vozes que estão dentro de você e logo você ficará surpreso de ouvir uma pequena voz suave, a qual você nunca tinha ouvido antes... então um súbito reconhecimento de que essa é sua voz.
Ela sempre esteve aí, mas ela é muito suave, uma pequena voz porque ela estava reprimida desde quando você era uma criança muito pequena, e a voz era muito débil, apenas um botão, e estava coberta com todo tipo de asneiras e você esqueceu da planta que sua vida é, a qual ainda está viva, esperando que você a descubra. Descubra sua voz e então siga-a sem nenhum medo.
Quando isso acontece, aí está a meta da sua vida, aí está seu destino. É só aí que você irá encontrar realização, contentamento. É só aí que você irá florescer – e nesse florescimento, o saber acontece”.
Osho: The Rebel

Exercicios

Lembre-se "Eu sou"

11:53


Onde quer que você esteja, relembre de si mesmo, que você é. Essa consciência de que você é deve tornar-se uma continuidade. Não seu nome, sua casta, sua nacionalidade. Essas coisas são fúteis, absolutamente inúteis. Basta lembrar-se que: Eu sou. Isso não pode ser esquecido. Caminhando, sentado, comendo, falando, lembre-se de que: Eu sou.
Isso será muito difícil, bem árduo. No começo você continuará esquecendo: só haverá uns momentos quando você se sentirá iluminado, então isso desaparece. Mas não se sinta miserável; mesmo uns poucos momentos são muito. Continue, sempre quando você puder lembrar novamente segure o fio. Quando você esquecer, não se preocupe, lembre-se de novo, e aos poucos os intervalos diminuirão, os intervalos começarão a desaparecer, uma continuidade irá surgir.
E quando sua consciência se tornar contínua, você não precisa usar a mente. Assim não há nenhum planejamento, desse modo você age a partir de sua consciência, não a partir de sua mente. Portanto não há nenhuma necessidade de qualquer desculpa, nenhuma necessidade de dar qualquer explicação. Assim você é o que quer que você seja; não há nada para esconder. O que quer que você seja, você é. Você não pode fazer mais coisa alguma. Você só pode ficar num estado de contínua lembrança. Através dessa lembrança, dessa mentalidade, surge a autêntica religião, surge a autêntica moralidade.
Isso é o que os Hindus chamam de auto-lembrança, o que Buddha chamou de mentalidade correta, o que Gurdjieff costumava chamar de lembrança de si mesmo, o que Krishnamurti chama de consciência. Essa é a parte mais substancial da meditação, lembrar-se que: Eu sou.
Você não precisa repeti-lo na mente, “Estou caminhando”. Se você repeti-lo, isso não é lembrança. Você precisa estar não verbalmente cônscio de que ‘Estou caminhando, estou comendo, estou falando, estou escutando’. O que quer que você faça, o ‘Eu’ interior não deve ser esquecido; isso deve permanecer.Isso não é auto-consciência. Isso é consciência do eu. Auto-consciência é ego. Consciência do eu é asmita...pureza, somente estar cônscio de que ‘Eu sou’.
Geralmente, sua consciência está dirigida para o objeto. Você olha para mim: toda sua consciência se move na minha direção como uma flecha. Mas você está flechado em direção a mim. Auto-lembrança significa que você precisa ter uma dupla-flecha: um lado dela mostrando-se a mim, outro lado mostrando-se a você. Uma dupla-flecha é auto-lembrança.

Osho: The Empty Boat / Yoga:The Alpha & Omega

Dimensões de consciência

Apenas diga "Sim"!

12:12

“A vida não pode ser vivida pelo não, e aqueles que tentam viver através do não simplesmente vão deixando de viver. A pessoa não pode fazer do não um domicílio, porque o não é apenas vazio. O não é como a escuridão. Escuridão não tem existência real; é simplesmente ausência de luz. É por isso que você não pode fazer coisa alguma diretamente com a escuridão. Você não pode empurrá-la para fora do quarto, você não pode levá-la para a casa do vizinho; você não pode trazer mais escuridão para sua casa. Nada pode ser feito diretamente com a escuridão, porque ela não é. Se você quiser fazer alguma coisa com a escuridão, apague a luz; se você não quer escuridão, então acenda a luz. Mas tudo que você fizer tem que ser feito com a luz.


Exatamente da mesma maneira, sim é luz, não é escuridão. Se você realmente quiser fazer alguma coisa na sua vida, você precisa aprender o caminho do sim. E sim é tremendamente belo; apenas por dizê-lo é tão relaxante. Deixe que esse seja seu estilo de vida. Diga sim as árvores e aos pássaros e para as pessoas e você ficará surpreso: a vida se torna uma bênção se você passar a dizer sim a ela. A vida se torna uma grande aventura”. Zorba o Buddha



O Método:


Quando: Toda noite, antes de dormir, por pelo menos 10 minutos; depois novamente a primeira coisa de manhã por pelo menos 3 minutos. Também durante o dia, sempre quando você se sentir negativo, sente-se na sua cama e faça isso.


Primeiro passo: Comece a colocar sua energia no sim, faça do sim um mantra. Sentado na sua cama, comece a repetir ‘Sim...sim...’ entre em sintonia com isso. A principio você estará apenas repetindo e depois você pega o jeito disso, entregue-se a isso. Permita que isso venha sobre todo o seu ser da cabeça aos pés. Deixe que isso lhe penetre profundamente.


Segundo passo:“Se você não puder dizer isso em voz alta, pelo menos diga silenciosamente ‘Sim...sim...sim!”


The Sun Behind the Sun Behind the Sun

Exercicios

Abandonando as Palavras

12:02

O homem está aprisionado por palavras. Todo o problema do homem está na linguagem. Abaixo da linguagem está o mundo dos animais e além da linguagem está o mundo dos deuses. Entre os dois está o mundo do homem, o mundo da linguagem, palavras – filosofias, escrituras, teorias e ideologias. A mente consiste de palavras.

A palavra é o tijolo de que o palácio da mente é feito. Lentamente, a pessoa precisa ir abandonando as palavras e entrar no silêncio. E isso não é difícil: uma vez que você tenta mover-se nessa direcção, isso começa a acontecer.


A realidade é quando todas as palavras desapareceram, quando você não está pensando mas você apenas é... quando não há nenhuma nuvem de pensamentos na mente senão consciência pura, desanuviada, um céu sem nuvens.


Quando não há nenhum pensamento não há nenhum tremor, nenhum vento soprando. Tudo fica tranquilo e quieto. Nessa quietude, a gente penetra a realidade. Realidade não pode ser pensada. Você pode vê-la, mas não pode pensar sobre ela.


Pensar sobre a realidade é afastar-se para longe dela, porque o que quer que você pense estará errado. Pensar é errado.Você vê uma rosa. O que você pode pensar sobre ela? No momento que você disser que ela é bela, você se afastou para longe da rosa, de sua facticidade, de sua realidade. Agora a mente penetrou nisso, ela diz que é bela.


Agora a palavra bela irá criar muitas outras associações, uma corrente começará. Você esquecerá da flor, você irá pensar sobre o homem que você costumava achar bonito ou um poema que você achava lindo. A flor fica esquecida. Agora você tomou um comboio de pensamentos. Ele é interminável enunca se sabe onde vai parar.


1) Quando você estiver perto de uma flor apenas fique com ela. Não deixe que nenhuma palavra se interponha entre você e a flor: veja aquilo que é. Apenas veja, totalmente alerta e consciente, e deixe de lado todos os pensamentos. Nesse intervalo a rosa revelará a realidade dela a você. Assim isso se torna meditação, uma meditação sobre a rosa.


2) Medite sobre a lua, medite sobre seu amigo. Olhe nos olhos dele e não pense.


3) Às vezes olhe para seu próprio rosto no espelho e não pense – apenas olhe. Deixe o olhar ser forte, poderoso, penetrante, mas não pense.Bem lentamente, haverá intervalos de silêncio, e esses intervalos trazem novas brisas ao ser.


Osho: Let Go! #8

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